segunda-feira, 21 de abril de 2014

O amor é o fim

O amor é o fim
O amor é a estrada
O amor é o inicio da caminhada
O amor é o que une
O amor é o que ata
O amor o medo despedaça
O amor é chama
O amor é a brasa
O amor é viajante que retorna a casa
O amor liberta
O amor não passa
O amor é um estado de graça
O amor é consciência
O amor é real
O amor é a ausência do mal
O amor é tudo aquilo que somos
Quando os nossos passos são fieis aos nossos sonhos.

Eu escolhi este poema porque achei o muito engraçado e interessante. Também o escolhi porque fala em amor e eu acho que o amor é muito importante e tem muito valor, quando uma pessoa gosta de outra de verdade, é muito importante, agora gostar só de faz de conta já não, ás vezes aparece casos na televisão que pessoas matam as namoradas ou os namorados, isso as vezes acontece porque têm ciúmes ou coisas do género. Este poema fala em amor no geral, mas em mais vago fala em mais outras coisas. Este poema reflete que o amor é realmente muito importante na vida. 



Nas nossas férias

Passou-se tudo no meio do mato numa casa
Essa casa era muito velha
Era fria como o gelo, sombria e muito assustadora

Passou-se tudo nas férias do Natal
Quando estava a armar armadilhas
De manhã que era de dia no chaparral
No dia 28 de Dezembro

Fui com o meu amigo armar aos pássaros
Encontrámos uma casa que tinha para aí um quilómetro se altura
O meu amigo é simpático e contente
Há muito tempo que tínhamos combinado
Para irmos armar no tisnado

Íamos a andar quando vimos uma nuvem zangada
Quando encontrámos uma casa velha
Estava quase a cair a madeira
Aproximamos-se perto dela
Para vermos o que lá estava
Estava uma pessoa amarrada numa cadeira
Tinha os olhos tapados
Os pés amarrados
A boca tapada
Com aquilo ficámos muito assustados

Se a pessoa que fez aquilo tivesse-nos apanhado
Tínhamos ficado muito lixados
O ladrão era um bisonte e emparvatado
Tinha o cabelo grande
Não queria que ninguém tivesse descoberto
Para não ir contar a ninguém
E ninguém soubesse

Se nos tivessem encontrado
Tínhamos lá ficado
Ficava-mos presos e amarrados
E com fome e sede
Ou até a uma ladeira nos ter empurrado
Para não contarmos a ninguém

Podíamos entrar se não aparecesse ninguém
Podíamos lhe tirar as cordas e soltava-mos-a


quarta-feira, 26 de março de 2014

Os topos

Hoje fui ao do Quintanilhas
Hoje fui ao dos topos

Fui ao dos topos
comprar uma bezerra
que é braba,
preta e branca

Hoje fui lhe dar comer
e ela fez me mal
fiquei cheio de dores
lá no charnecal

Hoje não a solto
Hoje não lhe dou de beber
Hoje fica com fome
Que eu nem sequer a vou ver




quarta-feira, 19 de março de 2014

Os parentes

O Redonda comprou um escavaca velhos
mas ainda não sabe andar
tem que ter muito cuidado
se não mete-o de patas p'ra o ar.


Além vem o Fava
todo lançadinho
tem que andar mais devagar
se não arranha o focinho.


A minha porca está prenha
está quase a parir
o Siopa vai ser o parteiro
e eu vou-me fartar de rir.

O Deus da sorte


O deus da sorte era filho da deusa do azar e do deus da pouca sorte. O deus da sorte era alto e magro. Era simpático, sempre pronto para ajudar os outros e tinha quase sempre sorte. Tudo começou com umas pessoas que tinham-lhe pedido ajuda para uma coisa e isso deu tudo certo. Já tinham ouvisto que ele tinha quase sempre sorte. A partir daí as pessoas começaram-no a procurar para as ajudar e iam dizendo umas as outras. Esse deus teve muito sucesso, ganhou muito dinheiro com isso. As pessoas gostavam muito dele, ganhou muita fama com isso. Ajudou muita gente, as pessoas procuravam no muito. Chegou a uma altura que aquilo já não dava muito certo. Uma vez corria bem , mas outra já não, mas ele nunca desistiu e as pessoas  nunca reclamaram. Foi assim que ele ganhou muita fama, foi em ajudar as pessoas para terem sorte.
 
 

domingo, 16 de março de 2014

Uma viagem ao Brasil

Um dia de manha lembrei-me de ir ao Brasil ao rio de Janeiro com os meus amigos, era um sitio que havia muito tempo que tínhamos pensado em ir. Abalámos no outro dia de manha bem cedo, fomos de avião, um dos meus amigos tinha medo de andar de avião e por isso estava desejando de lá chegarmos. Chegamos lá e fomos logo à procura de uma pensão para dormirmos. Depois fomos dar uma voltasinha por lá e vimos lá umas belas brasileiras. A seguir fomos à praia e encontrámos uma velha que se meteu com agente. Perguntou-nos o nome e depois pergunta-mos o dela e ela disse que era Balbina. Nós fartamos se de rir com a velha, só dizia parvidades e coisas muito engraçadas, ela estava de biquíni e andava a nadar, mas não sabia muito bem. Depois começou-se a fazer de noite e fomos para a pensão fazer as malas para voltar-mos para Portugal. E foi assim a nossa ida a Brasil. 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Marte

Olá, eu sou Marte, sou deus da guerra. O meu dever é ajudar os portugueses na guerra. No outro dia aconteceu-me um episódio um pouco triste. Os portugueses precisavam muito da minha ajuda contra os indianos, mas Baco (deus do vinho e Rei da Índia) estava contra. Júpiter convocou todos os deuses para votar, para decidirem se os portugueses chegavam à Índia. Quem ganhou as votações fui eu. Eu abalei para a guerra muito contente e depois de muito lutar ganhei aos Indianos. Depois de isto tudo fiz uma grande festa, onde foram convidados todos os meus amigos. A guerra foi muito difícil,mas nos temos combatentes com muita força e garra. Na festa havia muita comida, havia muito por onde escolher, por isso ninguém passava fome. Dizem que aqueles que praticam o bem, no final da guerra ganham sempre, e acho que foi o que aconteceu comigo. Agora é continuar a praticar o bem e ajudar sempre os outros.