quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Apresentação oral

(Numa bela manhã de Verão, estávamos no café do Rato a combinar se íamos ao passeio Equestre de Colos).

Joel - Então moços amanhã vamos ao passeio Equestre de Colos?

André – Por mim vamos.

José – Eu não sei se vou.

Joel – Não sabes se vais porquê?

José – A minha égua está com as patas de trás feridas.

Joel – Eu vou de certeza.

André – Eu também.

José – Isso logo se vê.

Ó Rato traz lá aí umas cervejinhas aqui para nós - diz o Zé aos gritos.

Aqui estão elas - diz o Rato.

Joel – Bem então assim vamos ou não?

José – Epá não sei.

André – Vai sim.

Eu cá acho que vocês deviam ficar em casa, pois não estamos em tempo de gastar dinheiro - diz o Rato.

Joel – É claro que vamos, e tu podes levar a minha outra égua, a preta.

José – Então vamos, amanhã lá nos encontramos.

André – Assim até amanhã.

(Sábado de manhã por volta das 9 horas lá estávamos nós como tínhamos combinado).

José – Então onde está o meu animal?

Joel – Está em cima da carrinha ali ao fundo.

José – Vamos lá buscá-las.

André – Zé o que achas da minha égua?

José –É Bonita.

Joel – Vamos lá passa-las à guia um bocadinho, está na hora.

André – Está bem, vamos lá.

(Depois de as termos estado passando à guia).

Joel - Já chega, vamos lá pôr-lhe as celas que está na hora do passeio.

(Começou o passeio e lá fomos nós).

André - Então moços estão a gostar?

Joel – Eu estou.

José – Eu também.

(O passeio continuo, falámos e rimos muito ao longo de todo o percurso, um dizia uma parvoíce outro dizia outra. Foi muito divertido! À 17:30 horas o passeio chegou ao fim).

José – Vamos beber alguma coisa?

André – Vamos que eu estou com sede.

Joel – Eu também.

(Depois fomos almoçar e de seguidas fomos beber café).

André – Vamos beber um café?

Joel – Sim, vamos.

José – Sim, vamos às bombas.

(Passámos o resto da tarde no café. Foi assim que passámos o dia de sábado).

Trabalho realizado por:
André Catarino
Joel Ramos
José Abrantes

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Se eu mandasse no mundo o que mudava

Se eu mandasse no mundo ajudava as pessoas com mais preciso e mais pobres. As pessoas deixavam de pagar impostos, fazia que a vida custasse menos. Não fosse obrigatório ir à escola, só ia quem quisesse. Os combustíveis eram mais baratos e aumentava as reformas aos idosos e eram iguais para todos, as mercadorias que as pessoas produzissem aumentavam. As pessoas que roubassem podiam ser logo mortas. Abria mais empregos para haver trabalho para as pessoas e os ordenados eram iguais para todos. O dinheiro não era só para alguns, mas sim distribuído por toda a gente. As pessoas eram todas felizes e eram todas respeitadas. As pessoas podiam andar de carro e de motorizadas sem carta. Os guardas deixavam de multar as pessoas por tudo e por nada. Enfim mudava muita coisa, as pessoas começavam a andar melhor, andavam mais contentes com a vida, não havia tantas guerras, não andava ninguém com fome e não havia ninguém desempregada.



terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Passei o fim de semana numa gruta

No dia 5 de Janeiro, que foi numa sexta-feira a tarde depois de sair da escola, pensei como é que seria o fim-de-semana. Não tinha nada para fazer nesse fim-de-semana. Aborrecia-me estar em casa, convidei os meus amigos se eles queriam ir visitar uma gruta que eu já tinha ouvisto falar que era muito bonita e íamos dormir na casa dos meus primos. Disse-lhes a eles e eles acharam boa ideia. Fomos logo na sexta à noite para casa dos meus primos que era para sábado irmos visitar a gruta. Levantámos-se bem cedo, tomamos o pequeno-almoço e fomos visitar a gruta. Chegámos lá, entrámos por a gruta a dentro, não estava lá ninguém. Íamos andando sempre em frente, chegou à altura para sairmos já não sabíamos por onde é que tínhamos entrado. Já estamos todos preocupados como é que saíamos de lá, andemos para trás e para a frente e não dava-mos saído. Olhá-mos ao relógio e já eram 11:30 da noite. Já tínhamos sono que resolve-mos deitar-se ali no chão. No outro dia acordá- mos já eram 11 horas da manhã e fomos tentar outra vez se achava-mos a porta e até que a encontrámos. Gostamos muito de ir ver esta dita a gruta, apesar de ter acontecido isto tudo e foi um fim-de-semana bem passado.




quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Amanhã vou a pesca

Amanhã vou a pesca, mas para isso tenho que ir ainda comprar uma cana. A outra estragou-se e assim tenho que comprar outra e arranjar minhocas. Para não ir sozinho convidei o meu vizinho Armindo e fomos na sua 4L. Acordei bem cedo e lá abalamos.

Chegámos lá e jogamos as canas a água, tivemos um belo pouco ver se apanhávamos algum peixe. Ao fim de um pouco senti a cana dar um esticão e fui ver era um peixe grande. Estivemos mais um bocado e apanhamos um bela quantidade deles. Eram já quase 6 horas da tarde resolvemos arrumar a tenda e irmos embora, para virmos os arranjar e fazermos um petisco. Chegámos a casa fomos os arranjar e petiscá-los para irmos jantar no café Profiro mais uns amigos. Jantámos, já tínhamos bebido umas copadas e resolvemos ir a um baile ao Vale das Éguas. Estivemos lá um bocado, eram já 3 horas da manhã resolvemos voltar para casa. E foi assim que se passou este dia.


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

10 factos da vida e obra de Gil Vicente


1. 1465 – Nascimento de Gil Vicente (em Guimarães).
2. 1502 – Representa o Monólogo do Vaqueiro em castelhano rústico nos aposentos da Rainha D. Maria para celebrar o nascimento do príncipe, o futuro Rei D. João III

3. Gil Vicente é considerado dramaturgo, organizador de espectáculos, actor e músico. Natural de Guimarães, nasceu aproximadamente entre1460-1470 e morreu em 1536, ou talvez mais tarde, também não havendo certezas da data da sua morte.

4. Durante o percurso da sua vida pessoal foi casado duas vezes. A primeira vez casou com Branca Bezerra com qual teve dois filhos.

5. Após a morte da sua primeira mulher voltou a casar, com a Melícia Rodrigues, com quem teve três filhos.
6. Durante toda a sua carreira, Gil Vicente desempenhou uma personagem oficial da corte. Muitas das peças que escreveu foram encomendadas para celebrar alguns acontecimentos, como casamentos, nascimentos ou até mesmo acompanhar festas religiosas. Muitas das suas peças foram inspiradas nas classes sociais do seu tempo, ou seja, ele criticava muitos erros que estas cometiam.
7. Obras de Gil Vicente como sabemos, Gil Vicente escreveu algumas peças para representar na presença da realeza.

8. 1517 – Primeira representação do Auto da Barca do Inferno.
9. 1502 – Representa o Monólogo do Vaqueiro em castelhano rústico nos aposentos da Rainha D. Maria para celebrar o nascimento do príncipe, o futuro Rei D. João III.

10. 1536 – Data da Morte de Gil Vicente.
















domingo, 10 de novembro de 2013

Acordar num corpo de um animal

Ontem estava a dormir muito bem, derrepente acordei e estava num corpo de um animal. Apanhei medo com isto. Levantei-me, fui para a casa de banho tomar banho, olhei-me ao espelho e vi que era um javali e até me deu graça, de seguida fui tomar o pequeno almoço. Já estava preocupado com aquilo tudo. Estive um bocado a ver televisão, mas só estava a pensar de agora ser um animal. Fui outra vez me ver ao espelho e ainda estava como um javali. Ao fim de um pouco fui me deitar um bocado que já estava cansado de pensar nisto. Dormi umas quatro horas, foi só acordar fui me logo ver ao espelho e já não estava como javali, já era uma pessoa. Afinal aquilo era tudo um sonho. 







quinta-feira, 7 de novembro de 2013