Se eu mandasse no mundo ajudava as pessoas com mais preciso
e mais pobres. As pessoas deixavam de pagar impostos, fazia que a vida custasse
menos. Não fosse obrigatório ir à escola, só ia quem quisesse. Os combustíveis eram
mais baratos e aumentava as reformas aos idosos e eram iguais para todos, as
mercadorias que as pessoas produzissem aumentavam. As pessoas que roubassem
podiam ser logo mortas. Abria mais empregos para haver trabalho para as pessoas
e os ordenados eram iguais para todos. O dinheiro não era só para alguns, mas
sim distribuído por toda a gente. As pessoas eram todas felizes e eram todas
respeitadas. As pessoas podiam andar de carro e de motorizadas sem carta. Os
guardas deixavam de multar as pessoas por tudo e por nada. Enfim mudava muita
coisa, as pessoas começavam a andar melhor, andavam mais contentes com a vida, não
havia tantas guerras, não andava ninguém com fome e não havia ninguém
desempregada.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Passei o fim de semana numa gruta
No dia 5 de Janeiro, que foi numa sexta-feira a tarde depois
de sair da escola, pensei como é que seria o fim-de-semana. Não tinha nada para
fazer nesse fim-de-semana. Aborrecia-me
estar em casa, convidei os meus amigos se eles queriam ir visitar uma gruta que
eu já tinha ouvisto falar que era muito bonita e íamos dormir na casa dos meus
primos. Disse-lhes a eles e eles acharam boa ideia. Fomos logo na sexta à noite
para casa dos meus primos que era para sábado irmos visitar a gruta. Levantámos-se
bem cedo, tomamos o pequeno-almoço e fomos visitar a gruta. Chegámos lá,
entrámos por a gruta a dentro, não estava lá ninguém. Íamos andando sempre em frente, chegou à altura para sairmos já não sabíamos
por onde é que tínhamos entrado. Já estamos todos preocupados como é que
saíamos de lá, andemos para trás e para a frente e não dava-mos saído. Olhá-mos
ao relógio e já eram 11:30 da noite. Já tínhamos sono que resolve-mos deitar-se
ali no chão. No outro dia acordá- mos já eram 11 horas da manhã e fomos tentar
outra vez se achava-mos a porta e até que a encontrámos. Gostamos muito de ir
ver esta dita a gruta, apesar de ter acontecido isto tudo e foi um
fim-de-semana bem passado.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Amanhã vou a pesca
Amanhã vou a pesca, mas para isso tenho que ir ainda comprar
uma cana. A outra estragou-se e assim tenho que comprar outra e arranjar
minhocas. Para não ir sozinho convidei o meu vizinho Armindo e fomos na sua 4L.
Acordei bem cedo e lá abalamos.
Chegámos lá e jogamos as canas a água, tivemos um belo pouco
ver se apanhávamos algum peixe. Ao fim de um pouco senti a cana dar um esticão
e fui ver era um peixe grande. Estivemos mais um bocado e apanhamos um bela
quantidade deles. Eram já quase 6 horas da tarde resolvemos arrumar a tenda e
irmos embora, para virmos os arranjar e fazermos um petisco. Chegámos a casa fomos os arranjar e
petiscá-los para irmos jantar no café Profiro mais uns amigos. Jantámos, já tínhamos
bebido umas copadas e resolvemos ir a um baile ao Vale das Éguas. Estivemos lá
um bocado, eram já 3 horas da manhã resolvemos voltar para casa. E foi assim
que se passou este dia.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
10 factos da vida e obra de Gil Vicente
1. 1465 – Nascimento de Gil Vicente (em Guimarães).
2. 1502 – Representa
o Monólogo do Vaqueiro em castelhano rústico nos aposentos da Rainha D. Maria
para celebrar o nascimento do príncipe, o futuro Rei D. João III3. Gil Vicente é considerado dramaturgo, organizador de espectáculos, actor e músico. Natural de Guimarães, nasceu aproximadamente entre1460-1470 e morreu em 1536, ou talvez mais tarde, também não havendo certezas da data da sua morte.
4. Durante o percurso da sua vida pessoal foi casado duas vezes. A primeira vez casou com Branca Bezerra com qual teve dois filhos.
5. Após a morte da sua primeira mulher voltou a casar, com a
Melícia Rodrigues, com quem teve três filhos.
6. Durante toda a sua carreira, Gil Vicente desempenhou uma
personagem oficial da corte. Muitas das peças que escreveu foram encomendadas
para celebrar alguns acontecimentos, como casamentos, nascimentos ou até mesmo
acompanhar festas religiosas. Muitas das suas peças foram inspiradas nas
classes sociais do seu tempo, ou seja, ele criticava muitos erros que estas
cometiam.
7. Obras de Gil Vicente como sabemos, Gil Vicente escreveu
algumas peças para representar na presença da realeza.
8. 1517 – Primeira representação do Auto da Barca do Inferno.
9. 1502 – Representa o Monólogo do Vaqueiro em castelhano
rústico nos aposentos da Rainha D. Maria para celebrar o nascimento do
príncipe, o futuro Rei D. João III.
10. 1536 – Data da Morte de Gil Vicente.

domingo, 10 de novembro de 2013
Acordar num corpo de um animal
Ontem estava
a dormir muito bem, derrepente acordei e estava num corpo de um animal. Apanhei medo
com isto. Levantei-me, fui para a casa de banho tomar banho, olhei-me ao
espelho e vi que era um javali e até me deu graça, de seguida fui tomar o pequeno almoço.
Já estava preocupado com aquilo tudo. Estive um bocado a ver televisão, mas só
estava a pensar de agora ser um animal. Fui outra vez me ver ao espelho e ainda
estava como um javali. Ao fim de um pouco fui me deitar um bocado que já estava
cansado de pensar nisto. Dormi umas quatro horas, foi só acordar fui me logo ver
ao espelho e já não estava como javali, já era uma pessoa. Afinal aquilo era tudo um sonho.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Texto expositivo
Neste texto vou falar do planeta verde e da presença dos agrotorres.
No caso de se cumprirem os prognósticos ambientais de se sucederem fenómenos meteorológicos extremos (como o vaticínio de as monções ou os furacões se tornarem cada vez mais frequentes e violentos), as culturas permanecerão a salvo de eventuais catástrofes.
Com a transferência das hortas, das aves de capoeira, gado vivo e viveiros de piscicultura para os arranha-céus:
-permitirá cultivar os alimentos muito perto do local de consumo;
-Reduzirá a poluição causadas pelas máquinas de ceifar e de tratores;
-Irá também reduzir o consumo mundial da água;
-Funcionará a energia solar e eólica.
Vão ser construídos edifícios que funcionem com energia solar e eólica, se tudo correr bem a produção de umas megas quintas verticais poderá alimentar 50 mil pessoas. Não será também necessário o recurso a herbicidas, pesticidas, ou fertilizantes nas futuras hortas urbanas. Com isto tudo concluímos que com esta nova transferência a produção será maior, sem gastar muita água, sem utilizar herbicidas, pesticidas, fertilizantes e começa também a haver menos poluição.
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