terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Passei o fim de semana numa gruta

No dia 5 de Janeiro, que foi numa sexta-feira a tarde depois de sair da escola, pensei como é que seria o fim-de-semana. Não tinha nada para fazer nesse fim-de-semana. Aborrecia-me estar em casa, convidei os meus amigos se eles queriam ir visitar uma gruta que eu já tinha ouvisto falar que era muito bonita e íamos dormir na casa dos meus primos. Disse-lhes a eles e eles acharam boa ideia. Fomos logo na sexta à noite para casa dos meus primos que era para sábado irmos visitar a gruta. Levantámos-se bem cedo, tomamos o pequeno-almoço e fomos visitar a gruta. Chegámos lá, entrámos por a gruta a dentro, não estava lá ninguém. Íamos andando sempre em frente, chegou à altura para sairmos já não sabíamos por onde é que tínhamos entrado. Já estamos todos preocupados como é que saíamos de lá, andemos para trás e para a frente e não dava-mos saído. Olhá-mos ao relógio e já eram 11:30 da noite. Já tínhamos sono que resolve-mos deitar-se ali no chão. No outro dia acordá- mos já eram 11 horas da manhã e fomos tentar outra vez se achava-mos a porta e até que a encontrámos. Gostamos muito de ir ver esta dita a gruta, apesar de ter acontecido isto tudo e foi um fim-de-semana bem passado.




quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Amanhã vou a pesca

Amanhã vou a pesca, mas para isso tenho que ir ainda comprar uma cana. A outra estragou-se e assim tenho que comprar outra e arranjar minhocas. Para não ir sozinho convidei o meu vizinho Armindo e fomos na sua 4L. Acordei bem cedo e lá abalamos.

Chegámos lá e jogamos as canas a água, tivemos um belo pouco ver se apanhávamos algum peixe. Ao fim de um pouco senti a cana dar um esticão e fui ver era um peixe grande. Estivemos mais um bocado e apanhamos um bela quantidade deles. Eram já quase 6 horas da tarde resolvemos arrumar a tenda e irmos embora, para virmos os arranjar e fazermos um petisco. Chegámos a casa fomos os arranjar e petiscá-los para irmos jantar no café Profiro mais uns amigos. Jantámos, já tínhamos bebido umas copadas e resolvemos ir a um baile ao Vale das Éguas. Estivemos lá um bocado, eram já 3 horas da manhã resolvemos voltar para casa. E foi assim que se passou este dia.


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

10 factos da vida e obra de Gil Vicente


1. 1465 – Nascimento de Gil Vicente (em Guimarães).
2. 1502 – Representa o Monólogo do Vaqueiro em castelhano rústico nos aposentos da Rainha D. Maria para celebrar o nascimento do príncipe, o futuro Rei D. João III

3. Gil Vicente é considerado dramaturgo, organizador de espectáculos, actor e músico. Natural de Guimarães, nasceu aproximadamente entre1460-1470 e morreu em 1536, ou talvez mais tarde, também não havendo certezas da data da sua morte.

4. Durante o percurso da sua vida pessoal foi casado duas vezes. A primeira vez casou com Branca Bezerra com qual teve dois filhos.

5. Após a morte da sua primeira mulher voltou a casar, com a Melícia Rodrigues, com quem teve três filhos.
6. Durante toda a sua carreira, Gil Vicente desempenhou uma personagem oficial da corte. Muitas das peças que escreveu foram encomendadas para celebrar alguns acontecimentos, como casamentos, nascimentos ou até mesmo acompanhar festas religiosas. Muitas das suas peças foram inspiradas nas classes sociais do seu tempo, ou seja, ele criticava muitos erros que estas cometiam.
7. Obras de Gil Vicente como sabemos, Gil Vicente escreveu algumas peças para representar na presença da realeza.

8. 1517 – Primeira representação do Auto da Barca do Inferno.
9. 1502 – Representa o Monólogo do Vaqueiro em castelhano rústico nos aposentos da Rainha D. Maria para celebrar o nascimento do príncipe, o futuro Rei D. João III.

10. 1536 – Data da Morte de Gil Vicente.
















domingo, 10 de novembro de 2013

Acordar num corpo de um animal

Ontem estava a dormir muito bem, derrepente acordei e estava num corpo de um animal. Apanhei medo com isto. Levantei-me, fui para a casa de banho tomar banho, olhei-me ao espelho e vi que era um javali e até me deu graça, de seguida fui tomar o pequeno almoço. Já estava preocupado com aquilo tudo. Estive um bocado a ver televisão, mas só estava a pensar de agora ser um animal. Fui outra vez me ver ao espelho e ainda estava como um javali. Ao fim de um pouco fui me deitar um bocado que já estava cansado de pensar nisto. Dormi umas quatro horas, foi só acordar fui me logo ver ao espelho e já não estava como javali, já era uma pessoa. Afinal aquilo era tudo um sonho. 







quinta-feira, 7 de novembro de 2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Texto expositivo


Neste texto vou falar do planeta verde e da presença dos agrotorres.
No caso de se cumprirem os prognósticos ambientais de se sucederem fenómenos meteorológicos extremos (como o vaticínio de as monções ou os furacões se tornarem cada vez mais frequentes e violentos), as culturas permanecerão a salvo de eventuais catástrofes.
Com a transferência das hortas, das aves de capoeira, gado vivo e viveiros de piscicultura para os arranha-céus:
-permitirá cultivar os alimentos muito perto do local de consumo;
-Reduzirá a poluição causadas pelas máquinas de ceifar e de tratores;
-Irá também reduzir o consumo mundial da água;
-Funcionará a energia solar e eólica.
Vão ser construídos edifícios que funcionem com energia solar e eólica, se tudo correr bem a produção de umas megas quintas verticais poderá alimentar 50 mil pessoas. Não será também necessário o recurso a herbicidas, pesticidas, ou fertilizantes nas futuras hortas urbanas. Com isto tudo concluímos que com esta nova transferência a produção será maior, sem gastar muita água, sem utilizar herbicidas, pesticidas, fertilizantes e começa também a haver menos poluição.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Texto verossímil


 Na semana passada lembrei-me de ir passear com o meu cão. Lá ia a andar quando vi uma velhota careca com as calças vestidas ao contrário e a blusa também. Falei a velhota e continuei a andar com o cão. Mais a frente encontrei um carro sem vidros, sem bancos e sem rodas, achei aquilo tudo muito estranho. Continuei a andar na mesma, mais a frente encontrei uma aldeia, as casas eram muito estranhas, umas não tinham portas, outras não tinham telhado, enfim era tudo muito estranho. Derrepente comecei a ouvir uns gritos lá mais a frente, más continuei a andar, até que vi duas crianças a andar de bicicleta a pedal. Andavam de pés para o ar e as crianças viram o cão e vieram para perto de mim, perguntaram-me como é que eu me chamava e o cão e eu lá lhe disse. Perguntei-lhes também como é que eles se chamavam, um disse que era Pisco e o outro disse que era Pardal, eu não disse nada, más achei os nomes muitos esquisitos. Ao fim de um bocado apareceu um cão que era deles, o cão não tinha orelhas, não tinha rabo e era verde. Resolvi me ir embora e pensei cá para mim que tinha sido as coisas mais estranhas que tinha visto.