quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

10 factos da vida e obra de Gil Vicente


1. 1465 – Nascimento de Gil Vicente (em Guimarães).
2. 1502 – Representa o Monólogo do Vaqueiro em castelhano rústico nos aposentos da Rainha D. Maria para celebrar o nascimento do príncipe, o futuro Rei D. João III

3. Gil Vicente é considerado dramaturgo, organizador de espectáculos, actor e músico. Natural de Guimarães, nasceu aproximadamente entre1460-1470 e morreu em 1536, ou talvez mais tarde, também não havendo certezas da data da sua morte.

4. Durante o percurso da sua vida pessoal foi casado duas vezes. A primeira vez casou com Branca Bezerra com qual teve dois filhos.

5. Após a morte da sua primeira mulher voltou a casar, com a Melícia Rodrigues, com quem teve três filhos.
6. Durante toda a sua carreira, Gil Vicente desempenhou uma personagem oficial da corte. Muitas das peças que escreveu foram encomendadas para celebrar alguns acontecimentos, como casamentos, nascimentos ou até mesmo acompanhar festas religiosas. Muitas das suas peças foram inspiradas nas classes sociais do seu tempo, ou seja, ele criticava muitos erros que estas cometiam.
7. Obras de Gil Vicente como sabemos, Gil Vicente escreveu algumas peças para representar na presença da realeza.

8. 1517 – Primeira representação do Auto da Barca do Inferno.
9. 1502 – Representa o Monólogo do Vaqueiro em castelhano rústico nos aposentos da Rainha D. Maria para celebrar o nascimento do príncipe, o futuro Rei D. João III.

10. 1536 – Data da Morte de Gil Vicente.
















domingo, 10 de novembro de 2013

Acordar num corpo de um animal

Ontem estava a dormir muito bem, derrepente acordei e estava num corpo de um animal. Apanhei medo com isto. Levantei-me, fui para a casa de banho tomar banho, olhei-me ao espelho e vi que era um javali e até me deu graça, de seguida fui tomar o pequeno almoço. Já estava preocupado com aquilo tudo. Estive um bocado a ver televisão, mas só estava a pensar de agora ser um animal. Fui outra vez me ver ao espelho e ainda estava como um javali. Ao fim de um pouco fui me deitar um bocado que já estava cansado de pensar nisto. Dormi umas quatro horas, foi só acordar fui me logo ver ao espelho e já não estava como javali, já era uma pessoa. Afinal aquilo era tudo um sonho. 







quinta-feira, 7 de novembro de 2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Texto expositivo


Neste texto vou falar do planeta verde e da presença dos agrotorres.
No caso de se cumprirem os prognósticos ambientais de se sucederem fenómenos meteorológicos extremos (como o vaticínio de as monções ou os furacões se tornarem cada vez mais frequentes e violentos), as culturas permanecerão a salvo de eventuais catástrofes.
Com a transferência das hortas, das aves de capoeira, gado vivo e viveiros de piscicultura para os arranha-céus:
-permitirá cultivar os alimentos muito perto do local de consumo;
-Reduzirá a poluição causadas pelas máquinas de ceifar e de tratores;
-Irá também reduzir o consumo mundial da água;
-Funcionará a energia solar e eólica.
Vão ser construídos edifícios que funcionem com energia solar e eólica, se tudo correr bem a produção de umas megas quintas verticais poderá alimentar 50 mil pessoas. Não será também necessário o recurso a herbicidas, pesticidas, ou fertilizantes nas futuras hortas urbanas. Com isto tudo concluímos que com esta nova transferência a produção será maior, sem gastar muita água, sem utilizar herbicidas, pesticidas, fertilizantes e começa também a haver menos poluição.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Texto verossímil


 Na semana passada lembrei-me de ir passear com o meu cão. Lá ia a andar quando vi uma velhota careca com as calças vestidas ao contrário e a blusa também. Falei a velhota e continuei a andar com o cão. Mais a frente encontrei um carro sem vidros, sem bancos e sem rodas, achei aquilo tudo muito estranho. Continuei a andar na mesma, mais a frente encontrei uma aldeia, as casas eram muito estranhas, umas não tinham portas, outras não tinham telhado, enfim era tudo muito estranho. Derrepente comecei a ouvir uns gritos lá mais a frente, más continuei a andar, até que vi duas crianças a andar de bicicleta a pedal. Andavam de pés para o ar e as crianças viram o cão e vieram para perto de mim, perguntaram-me como é que eu me chamava e o cão e eu lá lhe disse. Perguntei-lhes também como é que eles se chamavam, um disse que era Pisco e o outro disse que era Pardal, eu não disse nada, más achei os nomes muitos esquisitos. Ao fim de um bocado apareceu um cão que era deles, o cão não tinha orelhas, não tinha rabo e era verde. Resolvi me ir embora e pensei cá para mim que tinha sido as coisas mais estranhas que tinha visto.





quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O filme "Amadeus"

1-Como se chama o filme?
O filme chama-se Amadeus.

2- Quem é o realizador?
O realizador é o Milos Forman.

3-Qual é a personagem principal?
A personagem principal é o Wolfgang Amadeus Mozart.

4- Faz um resumo da história do filme. (100-200)
O filme fala-nos de um senhor chamado Salieri que acha ter matado o Mozart e a seguir suicidou-se. Antes do Salieri ir para o hospício, ele conheceu lá um jovem que era padre. O Mozart durante algum tempo fez as suas canções e tocava para quem quisesse ouvir. Passado algum tempo houve uma festa que Mozart foi com a sua esposa. O pai dele para o castigar disse que o levava para o Salzburgo. O Salieri era muito poderoso e mandava muito e as pessoas tinham respeito por ele. O Mozart já não era assim o que podia ter melhor desperdiçava. A esposa de Mozart falou com o Salieri para ele ver como estavam as canções De Mozart. Ele depois tocou as suas canções para toda gente.



 5-Esta personagem é inspirada numa pessoa que realmente existiu. Aponta 10 factos da sua biografia.

1-  Mozart nasceu em Salzburgo em 27 de Janeiro de 1756.
2-  O nome completo dele é Joannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart.
3-  O padrinho dele foi Joannes Theophilus Pergmayr.
4- Em 1762 viajou para Munique.
5- No início de 1789 Mozart aceitou um convite para acompanhar o príncipe Karl Lichnowsky à Alemanha.
6- Mozart mostrou uma habilidade musical prodigiosa desde sua infância.
7- Ao longo de toda a sua carreira Mozart produziu música de câmara.
8- Em meados do século XIX o interesse pela música de Mozart reviveu.
9- Suas duas óperas derradeiras, A Flauta Mágica e A Clemência de Tito.
10- Mozart foi velado na catedral em 6 de dezembro e no dia 6 ou 7 foi enterrado com discrição em uma .vala comum no cemitério da Igreja de São Marx.

6-O que é um menino prodígio?
Um menino prodígio é uma criança que domina habilidades em várias áreas que praticamente só são dominadas por adultos, ou seja, é uma criança muito talentosa.

7- Escreve o nome de 3 personagens e diz quais são os atores (atrizes)que as representam.


8- Faz a biografia de um actor ( ou actriz) do
                                            
1-  Elizabeth Berridge nasceu dia 2 de Maio de 1962 em New Rochelle.
2- Elizabeth Berridge era filha de George Berridge e de Mary L. Berridge.
3- Ela e sua família viveram em Larchmont.
4- Em 2001, ela casou com o actor Kevin Corrigan.
5- Eles tiveram uma filha chamada Sadie Rose Corrigan.
6- Devido aos seus compromissos de atuação, Elizabeth recebeu seu diploma por meio de um programa de estudo independente em Mamaroneck High School.
7- Elizabeth destacou-se em seu papel no filme "Amadeus", grande sucesso de 1984, que retrata a vida de Mozart.
8- Chatsworth Elementary School, onde começou a cantar e atuar.
9- Elizabeth Berridge é uma atriz estadunidense de cinema e teatro.

10- A nacionalidade dela era British.








segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A sala de aula


A sala é grande, as paredes são azuis e brancas. Tem um computador, existem muitas cadeiras, algumas mesas, armários, janelas, um quadro interactivo e um para escrever com giz e um projector. Um quadro é branco e o outro é verde.

 A sala tem as paredes pintadas de umas cores muito feias. O computador está todo partido e velho, as cadeiras são muito desconfortáveis, as mesas estão todas riscadas e são muito velhas. As janelas estão quase a cair, custam a abrir e quase sempre o projector não funciona, enfim a sala é horrível.

 
A sala é maravilhosa e as paredes estão muito bonitas. O computador é dos melhores que há, as mesas são novas e estão sempre limpas, as cadeiras são muito confortáveis. Os quadros são perfeitos e o projector também.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

"O Rapaz Do Pijama Às Riscas" de John Boyne


O Rapaz Do Pijama Às Riscas
Certa tarde, quando Bruno chegou a casa depois da escola, ficou surpreendido ao ver Maria, a criada da família que andava sempre de cabeça baixa e nunca levantava os olhos do chão, no seu quarto, a esvaziar-lhe o roupeiro e a arrumar tudo em quatro grandes caixotes de madeira, até mesmo aquelas coisas que eu tinha escondido no fundo do roupeiro e que eram dele e só dele e não diziam respeito a mais ninguém.
- O que estás a fazer? - Perguntou o Bruno no tom mais educado que conseguiu arranjar, pois apesar de não estar contente por chegar a casa e encontrar alguém a mexer nas suas coisas, a mãe sempre lhe ensinara a tratar Maria com respeito e a não se limitar a imitar o modo como o pai falava com ela. - Pára de mexer nas minhas coisas.
 
O nome do autor deste livro chama-se John Boyne

sexta-feira, 1 de junho de 2012


Resumo do texto da Gata Borralheira

Era uma rapariga chamada Lúcia de 18 anos. Ela vivia com seu pai e os seus irmãos. A Lúcia foi ao seu primeiro baile no dia 1 de Junho com a sua madrinha. Para esse baile levou um vestido velho e uns sapatos velhos e rotos.

Chegou ao baile. Ela viu que todos tinham vestidos bonitos. A dona da casa apresentou a Lúcia à sua filha, e ela apresentou-a as suas amigas. Ficaram todas a conversar sobre ela. Ela foi se sentar numa cadeira que estava perto de uma janela. A fim de algum tempo veio um rapaz convidá-la para dançar. Ela quando estava a dançar perdeu um sapato e com vergonha foi se esconder na sala perto da entrada. Ela disse” algum dia vou voltar aqui com um vestido bonito e com uns sapatos com diamantes “.Depois ela foi-se casar com um homem muito rico. Depois de alguns anos foi para o mesmo baile na mesma casa no mesmo dia com um vestuário bonito. Ela foi a mesma sala e encontro um homem na sala. O homem queria o outro sapato dela. Depois foi encontrada morta na varanda com o sapato velho calçado e o outro descalço.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Frigorífico

Produtos voadores sem nenhuns sensores.




Com este frigorífico você não terá de se preocupar em andar à procura de cada alimento que tem no frivoador. Basta abrir a porta e dizer o nome do alimento que quer, ele rapidamente voará para às suas mãos. Compre este magnífico frigorífico e vai ver que não precisa de estar à procura do alimento que pretende. É muito bom, gasta pouca luz e é barato, adira rapidamente que não se arrepende.

terça-feira, 6 de março de 2012

Livro: Teatro às trés pancadas

A raposa e o corvo

O corvo estava empoleirado num alto pinheiro. Este corvo trazia no seu bico um queijo cabreiro.
De seguida o corvo desceu. A raposa atraída com o cheiro do queijo cabreiro que o corvo trazia no bico veio logo a correr para perto do corvo dizendo-lhe em tom matreiro:
-Bom dia, senhor corvo, que linda plumagem tens.
- Creio bem que se estiver a voz igual ao seu parecer,
 canto brando que estremeça
as fibras todas do ser
e enlouqueça o juízo,
a linda ave que eu vejo
seria do Paraíso.
O assobiar da raposa era muito meigo e tão matreiro para o senhor corvo.
Depois tirou-lhe o queijo cabreiro e comeu o inteiro.
Depois ela disse:
-Comi o queijo todo e tu não comeste nada.
De seguida fazia-lhe inveja de ela comer o queijo todo e ele não comer nada.
-Ele disse-lhe:
-Não faz mal porque eu até não gosto de queijo.

Autor-António Torrado nasceu em Lisboa em 1939. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Dedicou-se à escrita desde muito novo, tendo começado a publicar aos 18 anos. A sua actividade profissional foi é diversa: escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa. Sendo consensualmente considerado um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa.
 Opinião- Este livro é muito engraçado, mas a parte que eu mais gostei foi quando ela comeu o queijo inteiro
.





quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O brinquedo na gaiola

Quase a chegar ao Natal o António foi com a mãe à vila.

Passou pela rua e viu um brinquedo exposto na montra de um loja. O brinquedo era um carrinho vermelho com faróis que dava luz e era telecomandado, quando ele viu o carro disse logo a mãe:

-Mãe compra-me aquele carrinho.

A mãe disse:

-Não posso são coisas muito caras e eu não tenho dinheiro para gastar nessas porcarias.

Quando voltaram para casa o António sou pensava no carrinho.

Chegou ao Natal e o António recebeu dois presentes, um era uma camisola, outro estava num pequeno embrulho. O embrulho era o carrinho. O António ficou todo contente.O carrinho funcionava a pilhas.

Foi logo o por a andar.

A mãe disse-lhe:

-É melhor o arrumares para não se gastarem as pilhas.

O António não fez caso, mas depois sempre o arrumou.

No outro dia levantou-se mais cedo para ir brincar com o carrinho.

De repente as pilhas gastaram-se.

A mãe disse-lhe:

-Melhor é arruma-lo.

A mãe meteu numa caixa dentro do armário da sala onde o António chamava a gaiola, trancou a porta do armário e escondeu a chave só onde ela sabia.

Um dia o António disse a mãe:

-Mãe então não tiras o carrinho do armário para eu brincar.

A mãe não lhe respondia.

-No outro dia disse a mãe:

-Se eu não posso brincar com o carrinho, para que é que eu quero o carrinho na gaiola?

A mãe não lhe respondia.

O António depois deixou de falar no carrinho.
Autor- António Mota era professor do ensina básico. Em 1990 foi galardoado com o prémio Gulbenkian de leitura para crianças e tem muitos livros publicados. No caminho editou o romance Pardinhas (coleção caminho jovens) e ventos da serra (coleção de par em par).
Opinião- Gostei de ler este livro, acho engraçado e interessante, mas a parte que eu achei mais engraçada foi quando ela queria o carrinho.~







terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Resumo do corta-mato

No dia 18/01/12 realizou-se o corta-mato, na escola de Colos, que é tradicional fazer.
Este corta-mato foi organizado pelos professores de Educação Física e a turma do pief.
A nossa turma foi com o professore Rui Teresa na aula de Língua Portuguesa ver o corta-mato.
Alguns alunos da escola de Colos participaram e vieram também alunos das escolas de Sabóia, de Teotónio, de Vila Nova De Mil Fontes.
As corridas eram por escalões conforme as idades.
O Diogo Oliveira do 8ºB neste corta-mato não participou, porque estava liosinado.
Os alunos das outras escolas almoçaram cá. O almoço era arroz de aves.
Depois foram se embora de autocarro.


Imagem incolos:

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Livro: O lobisomem

As balas do brasileiro

Era uma vez um homem chamado Asdrúbal que veio do Brasil e veio visitar a terra dos avós, a aldeia chamava-se Vilarelho.
Nessa aldeia não havia electricidade e não dava desenhos animados na televisão. O homem tinha um cabelo muito grande.

Os velhotes que moravam chamavam-lhe o brasileiro e diziam que ele era um gadelhudo e um inútil Ele só sabia comer e deitar-se ao comprido como os lagartos nos dias de Primavera.

O homem tinha uma máquina fotográfica e tirava fotografias ao calhas e a quase tudo.

Um dia um velhote chamado o Afonso das furnas, pescou uma truta e veio logo ao do Brasileiro para ele tirar fotografias. O brasileiro nessa vez não quiz tirar fotográfias a truta porque não queria gastar os rolos, mas achou -a muito bonita e ensigueirou-se com a pesca. No outro dia foi logo vê-se pescava alguma truta, mas não sabia os segredos ds pesca por isso não apanhou nada.

Quando ele viu o Afonso disse-lhe que tinha ido a pesca mas não tinha apanhado nada.

E o Afonso disse-lhe:

-Bem feita.

O brasileiro no outro dia propôs-lhe um negocio ao Afonso:

-Se me der uma truta como a outra dou-lhe uma bala.

O Afonso ficou calado, veio falar com a sua familia sobre o negocio e as balas ea sua familia disse-lhe:

-Queres balas para quem se não tens pistola.

 Afonso resolveu que queria.

No outro dia foi logo pescar e apanhou uma truta.

Foi ao do brasileiro e disse-lhe:

-Está aqui a truta.

O brasileiro aceitou e deu-lhe um saco com as balas.
O Afonso abriu o saco e la dentro estava era rebuçados, foi logo ao do brasileiro e disse-lhe:

-Mentiroso, isto é rebuçados não é balas.

O brasileiro disse-lhe:

-É que em São Paulo chamamos as balas de rebuçados.

O Afonso disse-lhe:

-Então dou-lhe as balas e você dá-me a truta porque ele deu muito trabalho a pescar.

Depois cada um ficou com a sua coisa.
Autor- António Mota era professor do ensina básico. Em 1990 foi galardoado com o prémio Gulbenkian de leitura para crianças e tem muitos livros publicados. No caminho editou o romance Pardinhas (coleção caminho jovens) e ventos da serra (coleção de par em par).
Opinião- Gostei de ler este livro e acho engraçado e intressante.

Imagem in:truta

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O atum


Ontem, quando me preparava para almoçar, o atum olhou para mim e disse-me:
-“Bom dia”
Eu disse-lhe:
-Então tu falas?
Ele respondeu-me:
-Bom dia.
Então eu pensei que os atuns falavam mas só diziam bom dia.
O almoço era batatas cozidas, atum, salada e um copo de sumo.
Eu assim só comi as batatas, a salada e bebi o copo de sumo e deixei o atum no prato.
A seguir foi a praia e vi um atum e disse-lhe:
-Bom dia. Ele respondeu-me.
-Bom dia, e desapareceu.
De repente apareceu outro e disse-me:
-Bom dia, e desapareceu.
Depois foi para casa e encontrei outro atum lá e disse-lhe:
-Então não queres ir para dentro de água e ele disse-me:
-Não.
Por isso no fim de uns dias morreu.



 Imagem in:atum

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Trabalho de Poesia

A faúlha

Era uma pessoa que disse ao Van Gogh que a sua cegueira de se ver ao sol fazia pouca diferença do girassol radioso, da cigarra com o canto amarelo, do assobio do merlo negro de bico iluminado, do trigo áspero em Junho e do fogo do coração

Autor- O autor deste livro foi Carlos Frias de Carvalho. Ele nasceu em Seiça-Ourém em 1945. Aos onze anos de idade surgiram os primeiros versos, quase de seguida, as primeiras publicações. Foi dirigente associativo do movimento estudantil na área cultural, autor de textos, participante e organizador de inúmeros recitais de poesia. Colaborou em diversos jornais regionais, nos vespertinos “a capital”, “a república”, “diário popular” e “diário de Lisboa ”-juvenil. Cursou Engenharia Química. Foi professor no ensino secundário.                                                   

Interrompeu o serviço militar obrigatório em 1969, er nessa altura oficial milicano, tendo-se exilado em França ode permaneceu até 1974. Durante esse tempo conheceu as mais diversas profissões e o sabor do desemprego, tendo colaborado então, em Paris, na revista “Imigrado Português”. Regressando com o 25 de Abril foi integrado no MFA 5ª divisão onde desempenhou papel ativo no departamento de relações públicas. Entretanto foram gravadas em disco, com a etiqueta “Alvorada”, algumas das suas canções de protesto.

Opinião- O poema é interessante. Com que este livro fiquei a saber a vida do Carlos Frias de Carvalho.





sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Diário

Olá, querido Diário
Está tudo bem? Espero bem que sim.
Olha vou te contar como foi hoje o meu dia:

Hoje por volta do meio-dia, fui a Viseu ver a minha tia.
Assim que cheguei fui almoçar bifes com batatas fritas.
Quando estava para comer o bife ele olhou para mim e disse:
- Não me comas.
Ficámos todos muito surpreendidos, então foi ai que me lembrei que ontem fui à do meu primo. Quando ia pela rua vi uma casa toda ao contrário. Achei interessante e resolvi tirar uma fotografia. Aquela casa era mesmo maravilhosa, o teto estava para baixo e o chão estava para cima.
Depois daquela grande cena ao almoço fui ao centro comercial com as minhas amigas. Fomos a várias lojas. Comprei umas pantufas, um cachecol, umas meias e uma camisa para o meu pai. Fomos almoçar a um restaurante chamado “ O pinguim”. Quando ia a sair a minha amiga afastou-se e quando veio de novo ter comigo apresentou-me o famoso Tony Carreira. Fiquei sem palavras. Ficamos todos a conversar e o Tony Carreira disse:
-Tenho uma quadra muito engraçada.
E eu disse-lhe:
-Então diga lá para me rir um pouco.
E logo o Tony disse:
Hoje andei numa trotinete
Que era verde mais parecia amarela
Hoje almocei carne com esparguete
Que parecia uma linda chinela


O Tony como já era tarde despediu-se e foi-se embora e nós também regressamos às nossas casas. Cheguei a casa já estavam todos a jantar, mas também não ouve problema. Acabei de jantar fui para o meu quarto, como ainda era cedo fui ler um livro. Sem dar por mim adormeci e comecei a sonhar. No meu sonho andava a voar num tapete voador verde claro. Era feito de pele da raposa era simplesmente lindo. Nesse tapete fui até Marte, descobri um E.T, um monstro vermelho com orelhas de porco.
Bem já está a ficar tarde vou dormir.
Assim me despeço de ti meu querido diário.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Arroz de cabidela

Nos primeiros dias de Agosto os campos estavam todos cheios de milho. Havia um rio que passava no meio de um vale, corria muito pouco, mal dava para os animais beberem.
O senhor Fortunato vinha todos os quinzes dias à terra onde tinha nascido. Ele vinha com a mulher, o filho e a filha, A mulher chamava-se Elvira, o filho era Luisinho e a filha Teresinha. Chamavam-lhes a familia Fortunata.
A familia Fortunata ia sempre comer aos domingos a da sua prima. A sua prima matava sempre um galo grande e fazia com arroz de cabidela e comiam todos.
A prima dos furtonatos tinha muitas galinhas e galos. Um dia levantou-se foi olhar as capoeiras das galinhas não estava lá nenhuma porque as raposas comeram-nas todas. A dona ficou muito triste que já não fazia arroz de cabidela para comer com os seus primos. Dai para a frente começaram a comer outra comida ao domingo.
Autor- António Mota era professor do ensina básico. Em 1990 foi galardoado com o prémio Gulbenkian de leitura para crianças e tem muitos livros publicados. Na caminho editou o romance Pardinhas (coleção caminho jovens) e ventos da serra (coleção de par em par).
Opinião- Eu gostei de ler este livro, e é muito engraçado.






Imagem in:galo

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Poema


Eu gostava muito de ter
um cavalo, para andar,
tenho que aprender,
e andar sem cair,
para eu me fartar de rir

Eu sou muito brincalhão,
muito simpático,
e estou muito alegre,
para andar de avião

Tenho de me zangar,
com o meu tio Silverio,
para ele falar a sério

Eu vou saltar e
pára de gritar

Pois eu quero andar de avião

Imagem in: aviao