quinta-feira, 24 de maio de 2012
Frigorífico
terça-feira, 6 de março de 2012
Livro: Teatro às trés pancadas
A raposa e o corvo
O corvo estava empoleirado num alto pinheiro. Este corvo trazia no seu bico um queijo cabreiro.
De seguida o corvo desceu. A raposa atraída com o cheiro do queijo cabreiro que o corvo trazia no bico veio logo a correr para perto do corvo dizendo-lhe em tom matreiro:
-Bom dia, senhor corvo, que linda plumagem tens.
- Creio bem que se estiver a voz igual ao seu parecer,
canto brando que estremeça
as fibras todas do ser
e enlouqueça o juízo,
a linda ave que eu vejo
seria do Paraíso.
O assobiar da raposa era muito meigo e tão matreiro para o senhor corvo.
Depois tirou-lhe o queijo cabreiro e comeu o inteiro.
Depois ela disse:
-Comi o queijo todo e tu não comeste nada.
De seguida fazia-lhe inveja de ela comer o queijo todo e ele não comer nada.
-Ele disse-lhe:
-Não faz mal porque eu até não gosto de queijo.
Autor-António Torrado nasceu em Lisboa em 1939. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Dedicou-se à escrita desde muito novo, tendo começado a publicar aos 18 anos. A sua actividade profissional foi é diversa: escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa. Sendo consensualmente considerado um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa.
Opinião- Este livro é muito engraçado, mas a parte que eu mais gostei foi quando ela comeu o queijo inteiro
.
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Imagem in:A raposa e o corvoquarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
O brinquedo na gaiola
Quase a chegar ao Natal o António foi com a mãe à vila.
Passou pela rua e viu um brinquedo exposto na montra de um loja. O brinquedo era um carrinho vermelho com faróis que dava luz e era telecomandado, quando ele viu o carro disse logo a mãe:
-Mãe compra-me aquele carrinho.
A mãe disse:
-Não posso são coisas muito caras e eu não tenho dinheiro para gastar nessas porcarias.
Quando voltaram para casa o António sou pensava no carrinho.
Chegou ao Natal e o António recebeu dois presentes, um era uma camisola, outro estava num pequeno embrulho. O embrulho era o carrinho. O António ficou todo contente.O carrinho funcionava a pilhas.
Foi logo o por a andar.
A mãe disse-lhe:
-É melhor o arrumares para não se gastarem as pilhas.
O António não fez caso, mas depois sempre o arrumou.
No outro dia levantou-se mais cedo para ir brincar com o carrinho.
De repente as pilhas gastaram-se.
A mãe disse-lhe:
-Melhor é arruma-lo.
A mãe meteu numa caixa dentro do armário da sala onde o António chamava a gaiola, trancou a porta do armário e escondeu a chave só onde ela sabia.
Um dia o António disse a mãe:
-Mãe então não tiras o carrinho do armário para eu brincar.
A mãe não lhe respondia.
-No outro dia disse a mãe:
-Se eu não posso brincar com o carrinho, para que é que eu quero o carrinho na gaiola?
A mãe não lhe respondia.
O António depois deixou de falar no carrinho.
Autor- António Mota era professor do ensina básico. Em 1990 foi galardoado com o prémio Gulbenkian de leitura para crianças e tem muitos livros publicados. No caminho editou o romance Pardinhas (coleção caminho jovens) e ventos da serra (coleção de par em par).
Opinião- Gostei de ler este livro, acho engraçado e interessante, mas a parte que eu achei mais engraçada foi quando ela queria o carrinho.~
Imagem in:carrinho telecomandadoterça-feira, 24 de janeiro de 2012
Resumo do corta-mato
No dia 18/01/12 realizou-se o corta-mato, na escola de Colos, que é tradicional fazer.
Este corta-mato foi organizado pelos professores de Educação Física e a turma do pief.
A nossa turma foi com o professore Rui Teresa na aula de Língua Portuguesa ver o corta-mato.
Alguns alunos da escola de Colos participaram e vieram também alunos das escolas de Sabóia, de Teotónio, de Vila Nova De Mil Fontes.
As corridas eram por escalões conforme as idades.
O Diogo Oliveira do 8ºB neste corta-mato não participou, porque estava liosinado.
Os alunos das outras escolas almoçaram cá. O almoço era arroz de aves.
Depois foram se embora de autocarro.
Imagem incolos:quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Livro: O lobisomem
As balas do brasileiro
Era uma vez um homem chamado Asdrúbal que veio do Brasil e veio visitar a terra dos avós, a aldeia chamava-se Vilarelho.
Nessa aldeia não havia electricidade e não dava desenhos animados na televisão. O homem tinha um cabelo muito grande.
Os velhotes que moravam chamavam-lhe o brasileiro e diziam que ele era um gadelhudo e um inútil Ele só sabia comer e deitar-se ao comprido como os lagartos nos dias de Primavera.
O homem tinha uma máquina fotográfica e tirava fotografias ao calhas e a quase tudo.
Um dia um velhote chamado o Afonso das furnas, pescou uma truta e veio logo ao do Brasileiro para ele tirar fotografias. O brasileiro nessa vez não quiz tirar fotográfias a truta porque não queria gastar os rolos, mas achou -a muito bonita e ensigueirou-se com a pesca. No outro dia foi logo vê-se pescava alguma truta, mas não sabia os segredos ds pesca por isso não apanhou nada.
Quando ele viu o Afonso disse-lhe que tinha ido a pesca mas não tinha apanhado nada.
E o Afonso disse-lhe:
-Bem feita.
O brasileiro no outro dia propôs-lhe um negocio ao Afonso:
-Se me der uma truta como a outra dou-lhe uma bala.
O Afonso ficou calado, veio falar com a sua familia sobre o negocio e as balas ea sua familia disse-lhe:
-Queres balas para quem se não tens pistola.
Afonso resolveu que queria.
No outro dia foi logo pescar e apanhou uma truta.
Foi ao do brasileiro e disse-lhe:
-Está aqui a truta.
O brasileiro aceitou e deu-lhe um saco com as balas.
O Afonso abriu o saco e la dentro estava era rebuçados, foi logo ao do brasileiro e disse-lhe:
-Mentiroso, isto é rebuçados não é balas.
O brasileiro disse-lhe:
-É que em São Paulo chamamos as balas de rebuçados.
O Afonso disse-lhe:
-Então dou-lhe as balas e você dá-me a truta porque ele deu muito trabalho a pescar.
Depois cada um ficou com a sua coisa.
Autor- António Mota era professor do ensina básico. Em 1990 foi galardoado com o prémio Gulbenkian de leitura para crianças e tem muitos livros publicados. No caminho editou o romance Pardinhas (coleção caminho jovens) e ventos da serra (coleção de par em par).
Opinião- Gostei de ler este livro e acho engraçado e intressante.
Imagem in:trutaquarta-feira, 11 de janeiro de 2012
O atum
Ontem, quando me preparava para almoçar, o atum olhou para mim e disse-me:
-“Bom dia”Eu disse-lhe:
-Então tu falas?
Ele respondeu-me:
-Bom dia.
Então eu pensei que os atuns falavam mas só diziam bom dia.
O almoço era batatas cozidas, atum, salada e um copo de sumo.
Eu assim só comi as batatas, a salada e bebi o copo de sumo e deixei o atum no prato.
A seguir foi a praia e vi um atum e disse-lhe:
-Bom dia. Ele respondeu-me.
-Bom dia, e desapareceu.
De repente apareceu outro e disse-me:
-Bom dia, e desapareceu.
Depois foi para casa e encontrei outro atum lá e disse-lhe:
-Então não queres ir para dentro de água e ele disse-me:
-Não.
Por isso no fim de uns dias morreu.
Imagem in:atum
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