quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Livro: O lobisomem

As balas do brasileiro

Era uma vez um homem chamado Asdrúbal que veio do Brasil e veio visitar a terra dos avós, a aldeia chamava-se Vilarelho.
Nessa aldeia não havia electricidade e não dava desenhos animados na televisão. O homem tinha um cabelo muito grande.

Os velhotes que moravam chamavam-lhe o brasileiro e diziam que ele era um gadelhudo e um inútil Ele só sabia comer e deitar-se ao comprido como os lagartos nos dias de Primavera.

O homem tinha uma máquina fotográfica e tirava fotografias ao calhas e a quase tudo.

Um dia um velhote chamado o Afonso das furnas, pescou uma truta e veio logo ao do Brasileiro para ele tirar fotografias. O brasileiro nessa vez não quiz tirar fotográfias a truta porque não queria gastar os rolos, mas achou -a muito bonita e ensigueirou-se com a pesca. No outro dia foi logo vê-se pescava alguma truta, mas não sabia os segredos ds pesca por isso não apanhou nada.

Quando ele viu o Afonso disse-lhe que tinha ido a pesca mas não tinha apanhado nada.

E o Afonso disse-lhe:

-Bem feita.

O brasileiro no outro dia propôs-lhe um negocio ao Afonso:

-Se me der uma truta como a outra dou-lhe uma bala.

O Afonso ficou calado, veio falar com a sua familia sobre o negocio e as balas ea sua familia disse-lhe:

-Queres balas para quem se não tens pistola.

 Afonso resolveu que queria.

No outro dia foi logo pescar e apanhou uma truta.

Foi ao do brasileiro e disse-lhe:

-Está aqui a truta.

O brasileiro aceitou e deu-lhe um saco com as balas.
O Afonso abriu o saco e la dentro estava era rebuçados, foi logo ao do brasileiro e disse-lhe:

-Mentiroso, isto é rebuçados não é balas.

O brasileiro disse-lhe:

-É que em São Paulo chamamos as balas de rebuçados.

O Afonso disse-lhe:

-Então dou-lhe as balas e você dá-me a truta porque ele deu muito trabalho a pescar.

Depois cada um ficou com a sua coisa.
Autor- António Mota era professor do ensina básico. Em 1990 foi galardoado com o prémio Gulbenkian de leitura para crianças e tem muitos livros publicados. No caminho editou o romance Pardinhas (coleção caminho jovens) e ventos da serra (coleção de par em par).
Opinião- Gostei de ler este livro e acho engraçado e intressante.

Imagem in:truta

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O atum


Ontem, quando me preparava para almoçar, o atum olhou para mim e disse-me:
-“Bom dia”
Eu disse-lhe:
-Então tu falas?
Ele respondeu-me:
-Bom dia.
Então eu pensei que os atuns falavam mas só diziam bom dia.
O almoço era batatas cozidas, atum, salada e um copo de sumo.
Eu assim só comi as batatas, a salada e bebi o copo de sumo e deixei o atum no prato.
A seguir foi a praia e vi um atum e disse-lhe:
-Bom dia. Ele respondeu-me.
-Bom dia, e desapareceu.
De repente apareceu outro e disse-me:
-Bom dia, e desapareceu.
Depois foi para casa e encontrei outro atum lá e disse-lhe:
-Então não queres ir para dentro de água e ele disse-me:
-Não.
Por isso no fim de uns dias morreu.



 Imagem in:atum

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Trabalho de Poesia

A faúlha

Era uma pessoa que disse ao Van Gogh que a sua cegueira de se ver ao sol fazia pouca diferença do girassol radioso, da cigarra com o canto amarelo, do assobio do merlo negro de bico iluminado, do trigo áspero em Junho e do fogo do coração

Autor- O autor deste livro foi Carlos Frias de Carvalho. Ele nasceu em Seiça-Ourém em 1945. Aos onze anos de idade surgiram os primeiros versos, quase de seguida, as primeiras publicações. Foi dirigente associativo do movimento estudantil na área cultural, autor de textos, participante e organizador de inúmeros recitais de poesia. Colaborou em diversos jornais regionais, nos vespertinos “a capital”, “a república”, “diário popular” e “diário de Lisboa ”-juvenil. Cursou Engenharia Química. Foi professor no ensino secundário.                                                   

Interrompeu o serviço militar obrigatório em 1969, er nessa altura oficial milicano, tendo-se exilado em França ode permaneceu até 1974. Durante esse tempo conheceu as mais diversas profissões e o sabor do desemprego, tendo colaborado então, em Paris, na revista “Imigrado Português”. Regressando com o 25 de Abril foi integrado no MFA 5ª divisão onde desempenhou papel ativo no departamento de relações públicas. Entretanto foram gravadas em disco, com a etiqueta “Alvorada”, algumas das suas canções de protesto.

Opinião- O poema é interessante. Com que este livro fiquei a saber a vida do Carlos Frias de Carvalho.





sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Diário

Olá, querido Diário
Está tudo bem? Espero bem que sim.
Olha vou te contar como foi hoje o meu dia:

Hoje por volta do meio-dia, fui a Viseu ver a minha tia.
Assim que cheguei fui almoçar bifes com batatas fritas.
Quando estava para comer o bife ele olhou para mim e disse:
- Não me comas.
Ficámos todos muito surpreendidos, então foi ai que me lembrei que ontem fui à do meu primo. Quando ia pela rua vi uma casa toda ao contrário. Achei interessante e resolvi tirar uma fotografia. Aquela casa era mesmo maravilhosa, o teto estava para baixo e o chão estava para cima.
Depois daquela grande cena ao almoço fui ao centro comercial com as minhas amigas. Fomos a várias lojas. Comprei umas pantufas, um cachecol, umas meias e uma camisa para o meu pai. Fomos almoçar a um restaurante chamado “ O pinguim”. Quando ia a sair a minha amiga afastou-se e quando veio de novo ter comigo apresentou-me o famoso Tony Carreira. Fiquei sem palavras. Ficamos todos a conversar e o Tony Carreira disse:
-Tenho uma quadra muito engraçada.
E eu disse-lhe:
-Então diga lá para me rir um pouco.
E logo o Tony disse:
Hoje andei numa trotinete
Que era verde mais parecia amarela
Hoje almocei carne com esparguete
Que parecia uma linda chinela


O Tony como já era tarde despediu-se e foi-se embora e nós também regressamos às nossas casas. Cheguei a casa já estavam todos a jantar, mas também não ouve problema. Acabei de jantar fui para o meu quarto, como ainda era cedo fui ler um livro. Sem dar por mim adormeci e comecei a sonhar. No meu sonho andava a voar num tapete voador verde claro. Era feito de pele da raposa era simplesmente lindo. Nesse tapete fui até Marte, descobri um E.T, um monstro vermelho com orelhas de porco.
Bem já está a ficar tarde vou dormir.
Assim me despeço de ti meu querido diário.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Arroz de cabidela

Nos primeiros dias de Agosto os campos estavam todos cheios de milho. Havia um rio que passava no meio de um vale, corria muito pouco, mal dava para os animais beberem.
O senhor Fortunato vinha todos os quinzes dias à terra onde tinha nascido. Ele vinha com a mulher, o filho e a filha, A mulher chamava-se Elvira, o filho era Luisinho e a filha Teresinha. Chamavam-lhes a familia Fortunata.
A familia Fortunata ia sempre comer aos domingos a da sua prima. A sua prima matava sempre um galo grande e fazia com arroz de cabidela e comiam todos.
A prima dos furtonatos tinha muitas galinhas e galos. Um dia levantou-se foi olhar as capoeiras das galinhas não estava lá nenhuma porque as raposas comeram-nas todas. A dona ficou muito triste que já não fazia arroz de cabidela para comer com os seus primos. Dai para a frente começaram a comer outra comida ao domingo.
Autor- António Mota era professor do ensina básico. Em 1990 foi galardoado com o prémio Gulbenkian de leitura para crianças e tem muitos livros publicados. Na caminho editou o romance Pardinhas (coleção caminho jovens) e ventos da serra (coleção de par em par).
Opinião- Eu gostei de ler este livro, e é muito engraçado.






Imagem in:galo

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Poema


Eu gostava muito de ter
um cavalo, para andar,
tenho que aprender,
e andar sem cair,
para eu me fartar de rir

Eu sou muito brincalhão,
muito simpático,
e estou muito alegre,
para andar de avião

Tenho de me zangar,
com o meu tio Silverio,
para ele falar a sério

Eu vou saltar e
pára de gritar

Pois eu quero andar de avião

Imagem in: aviao

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

LP
Foi no verão a praia, ia quais sempre pelas 12:00 horas.
Foi a praia ao Algarve. Hoje a praia estava cheia, mas estava muito calor.
Estava lá muitas pessoas.
Depois foi lá a um café e foi comer um gelado.
O café estava cheio, as pessoas estavam todas com roupa fresca. Depois foi beber uma bebida fresca.
De seguida ai pelas 16:00 horas vim para casa descansar, foi para o sofá e pensei: ainda bem que no verão não vou a escola.
  Imagem in:praia