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sexta-feira, 1 de junho de 2012


Resumo do texto da Gata Borralheira

Era uma rapariga chamada Lúcia de 18 anos. Ela vivia com seu pai e os seus irmãos. A Lúcia foi ao seu primeiro baile no dia 1 de Junho com a sua madrinha. Para esse baile levou um vestido velho e uns sapatos velhos e rotos.

Chegou ao baile. Ela viu que todos tinham vestidos bonitos. A dona da casa apresentou a Lúcia à sua filha, e ela apresentou-a as suas amigas. Ficaram todas a conversar sobre ela. Ela foi se sentar numa cadeira que estava perto de uma janela. A fim de algum tempo veio um rapaz convidá-la para dançar. Ela quando estava a dançar perdeu um sapato e com vergonha foi se esconder na sala perto da entrada. Ela disse” algum dia vou voltar aqui com um vestido bonito e com uns sapatos com diamantes “.Depois ela foi-se casar com um homem muito rico. Depois de alguns anos foi para o mesmo baile na mesma casa no mesmo dia com um vestuário bonito. Ela foi a mesma sala e encontro um homem na sala. O homem queria o outro sapato dela. Depois foi encontrada morta na varanda com o sapato velho calçado e o outro descalço.

terça-feira, 6 de março de 2012

Livro: Teatro às trés pancadas

A raposa e o corvo

O corvo estava empoleirado num alto pinheiro. Este corvo trazia no seu bico um queijo cabreiro.
De seguida o corvo desceu. A raposa atraída com o cheiro do queijo cabreiro que o corvo trazia no bico veio logo a correr para perto do corvo dizendo-lhe em tom matreiro:
-Bom dia, senhor corvo, que linda plumagem tens.
- Creio bem que se estiver a voz igual ao seu parecer,
 canto brando que estremeça
as fibras todas do ser
e enlouqueça o juízo,
a linda ave que eu vejo
seria do Paraíso.
O assobiar da raposa era muito meigo e tão matreiro para o senhor corvo.
Depois tirou-lhe o queijo cabreiro e comeu o inteiro.
Depois ela disse:
-Comi o queijo todo e tu não comeste nada.
De seguida fazia-lhe inveja de ela comer o queijo todo e ele não comer nada.
-Ele disse-lhe:
-Não faz mal porque eu até não gosto de queijo.

Autor-António Torrado nasceu em Lisboa em 1939. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Dedicou-se à escrita desde muito novo, tendo começado a publicar aos 18 anos. A sua actividade profissional foi é diversa: escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa. Sendo consensualmente considerado um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa.
 Opinião- Este livro é muito engraçado, mas a parte que eu mais gostei foi quando ela comeu o queijo inteiro
.





quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O brinquedo na gaiola

Quase a chegar ao Natal o António foi com a mãe à vila.

Passou pela rua e viu um brinquedo exposto na montra de um loja. O brinquedo era um carrinho vermelho com faróis que dava luz e era telecomandado, quando ele viu o carro disse logo a mãe:

-Mãe compra-me aquele carrinho.

A mãe disse:

-Não posso são coisas muito caras e eu não tenho dinheiro para gastar nessas porcarias.

Quando voltaram para casa o António sou pensava no carrinho.

Chegou ao Natal e o António recebeu dois presentes, um era uma camisola, outro estava num pequeno embrulho. O embrulho era o carrinho. O António ficou todo contente.O carrinho funcionava a pilhas.

Foi logo o por a andar.

A mãe disse-lhe:

-É melhor o arrumares para não se gastarem as pilhas.

O António não fez caso, mas depois sempre o arrumou.

No outro dia levantou-se mais cedo para ir brincar com o carrinho.

De repente as pilhas gastaram-se.

A mãe disse-lhe:

-Melhor é arruma-lo.

A mãe meteu numa caixa dentro do armário da sala onde o António chamava a gaiola, trancou a porta do armário e escondeu a chave só onde ela sabia.

Um dia o António disse a mãe:

-Mãe então não tiras o carrinho do armário para eu brincar.

A mãe não lhe respondia.

-No outro dia disse a mãe:

-Se eu não posso brincar com o carrinho, para que é que eu quero o carrinho na gaiola?

A mãe não lhe respondia.

O António depois deixou de falar no carrinho.
Autor- António Mota era professor do ensina básico. Em 1990 foi galardoado com o prémio Gulbenkian de leitura para crianças e tem muitos livros publicados. No caminho editou o romance Pardinhas (coleção caminho jovens) e ventos da serra (coleção de par em par).
Opinião- Gostei de ler este livro, acho engraçado e interessante, mas a parte que eu achei mais engraçada foi quando ela queria o carrinho.~







terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Resumo do corta-mato

No dia 18/01/12 realizou-se o corta-mato, na escola de Colos, que é tradicional fazer.
Este corta-mato foi organizado pelos professores de Educação Física e a turma do pief.
A nossa turma foi com o professore Rui Teresa na aula de Língua Portuguesa ver o corta-mato.
Alguns alunos da escola de Colos participaram e vieram também alunos das escolas de Sabóia, de Teotónio, de Vila Nova De Mil Fontes.
As corridas eram por escalões conforme as idades.
O Diogo Oliveira do 8ºB neste corta-mato não participou, porque estava liosinado.
Os alunos das outras escolas almoçaram cá. O almoço era arroz de aves.
Depois foram se embora de autocarro.


Imagem incolos:

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Livro: O lobisomem

As balas do brasileiro

Era uma vez um homem chamado Asdrúbal que veio do Brasil e veio visitar a terra dos avós, a aldeia chamava-se Vilarelho.
Nessa aldeia não havia electricidade e não dava desenhos animados na televisão. O homem tinha um cabelo muito grande.

Os velhotes que moravam chamavam-lhe o brasileiro e diziam que ele era um gadelhudo e um inútil Ele só sabia comer e deitar-se ao comprido como os lagartos nos dias de Primavera.

O homem tinha uma máquina fotográfica e tirava fotografias ao calhas e a quase tudo.

Um dia um velhote chamado o Afonso das furnas, pescou uma truta e veio logo ao do Brasileiro para ele tirar fotografias. O brasileiro nessa vez não quiz tirar fotográfias a truta porque não queria gastar os rolos, mas achou -a muito bonita e ensigueirou-se com a pesca. No outro dia foi logo vê-se pescava alguma truta, mas não sabia os segredos ds pesca por isso não apanhou nada.

Quando ele viu o Afonso disse-lhe que tinha ido a pesca mas não tinha apanhado nada.

E o Afonso disse-lhe:

-Bem feita.

O brasileiro no outro dia propôs-lhe um negocio ao Afonso:

-Se me der uma truta como a outra dou-lhe uma bala.

O Afonso ficou calado, veio falar com a sua familia sobre o negocio e as balas ea sua familia disse-lhe:

-Queres balas para quem se não tens pistola.

 Afonso resolveu que queria.

No outro dia foi logo pescar e apanhou uma truta.

Foi ao do brasileiro e disse-lhe:

-Está aqui a truta.

O brasileiro aceitou e deu-lhe um saco com as balas.
O Afonso abriu o saco e la dentro estava era rebuçados, foi logo ao do brasileiro e disse-lhe:

-Mentiroso, isto é rebuçados não é balas.

O brasileiro disse-lhe:

-É que em São Paulo chamamos as balas de rebuçados.

O Afonso disse-lhe:

-Então dou-lhe as balas e você dá-me a truta porque ele deu muito trabalho a pescar.

Depois cada um ficou com a sua coisa.
Autor- António Mota era professor do ensina básico. Em 1990 foi galardoado com o prémio Gulbenkian de leitura para crianças e tem muitos livros publicados. No caminho editou o romance Pardinhas (coleção caminho jovens) e ventos da serra (coleção de par em par).
Opinião- Gostei de ler este livro e acho engraçado e intressante.

Imagem in:truta

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O atum


Ontem, quando me preparava para almoçar, o atum olhou para mim e disse-me:
-“Bom dia”
Eu disse-lhe:
-Então tu falas?
Ele respondeu-me:
-Bom dia.
Então eu pensei que os atuns falavam mas só diziam bom dia.
O almoço era batatas cozidas, atum, salada e um copo de sumo.
Eu assim só comi as batatas, a salada e bebi o copo de sumo e deixei o atum no prato.
A seguir foi a praia e vi um atum e disse-lhe:
-Bom dia. Ele respondeu-me.
-Bom dia, e desapareceu.
De repente apareceu outro e disse-me:
-Bom dia, e desapareceu.
Depois foi para casa e encontrei outro atum lá e disse-lhe:
-Então não queres ir para dentro de água e ele disse-me:
-Não.
Por isso no fim de uns dias morreu.



 Imagem in:atum

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Trabalho de Poesia

A faúlha

Era uma pessoa que disse ao Van Gogh que a sua cegueira de se ver ao sol fazia pouca diferença do girassol radioso, da cigarra com o canto amarelo, do assobio do merlo negro de bico iluminado, do trigo áspero em Junho e do fogo do coração

Autor- O autor deste livro foi Carlos Frias de Carvalho. Ele nasceu em Seiça-Ourém em 1945. Aos onze anos de idade surgiram os primeiros versos, quase de seguida, as primeiras publicações. Foi dirigente associativo do movimento estudantil na área cultural, autor de textos, participante e organizador de inúmeros recitais de poesia. Colaborou em diversos jornais regionais, nos vespertinos “a capital”, “a república”, “diário popular” e “diário de Lisboa ”-juvenil. Cursou Engenharia Química. Foi professor no ensino secundário.                                                   

Interrompeu o serviço militar obrigatório em 1969, er nessa altura oficial milicano, tendo-se exilado em França ode permaneceu até 1974. Durante esse tempo conheceu as mais diversas profissões e o sabor do desemprego, tendo colaborado então, em Paris, na revista “Imigrado Português”. Regressando com o 25 de Abril foi integrado no MFA 5ª divisão onde desempenhou papel ativo no departamento de relações públicas. Entretanto foram gravadas em disco, com a etiqueta “Alvorada”, algumas das suas canções de protesto.

Opinião- O poema é interessante. Com que este livro fiquei a saber a vida do Carlos Frias de Carvalho.





terça-feira, 8 de novembro de 2011

Arroz de cabidela

Nos primeiros dias de Agosto os campos estavam todos cheios de milho. Havia um rio que passava no meio de um vale, corria muito pouco, mal dava para os animais beberem.
O senhor Fortunato vinha todos os quinzes dias à terra onde tinha nascido. Ele vinha com a mulher, o filho e a filha, A mulher chamava-se Elvira, o filho era Luisinho e a filha Teresinha. Chamavam-lhes a familia Fortunata.
A familia Fortunata ia sempre comer aos domingos a da sua prima. A sua prima matava sempre um galo grande e fazia com arroz de cabidela e comiam todos.
A prima dos furtonatos tinha muitas galinhas e galos. Um dia levantou-se foi olhar as capoeiras das galinhas não estava lá nenhuma porque as raposas comeram-nas todas. A dona ficou muito triste que já não fazia arroz de cabidela para comer com os seus primos. Dai para a frente começaram a comer outra comida ao domingo.
Autor- António Mota era professor do ensina básico. Em 1990 foi galardoado com o prémio Gulbenkian de leitura para crianças e tem muitos livros publicados. Na caminho editou o romance Pardinhas (coleção caminho jovens) e ventos da serra (coleção de par em par).
Opinião- Eu gostei de ler este livro, e é muito engraçado.






Imagem in:galo

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Poema


Eu gostava muito de ter
um cavalo, para andar,
tenho que aprender,
e andar sem cair,
para eu me fartar de rir

Eu sou muito brincalhão,
muito simpático,
e estou muito alegre,
para andar de avião

Tenho de me zangar,
com o meu tio Silverio,
para ele falar a sério

Eu vou saltar e
pára de gritar

Pois eu quero andar de avião

Imagem in: aviao

terça-feira, 11 de outubro de 2011

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A cidade e as serras

O Jacinto tinha um amigo chamado Zé Fernandes.
O  Zé Fernandes chamava ao seu amigo Jacinto, o Príncipe da Grã-Ventura.
O Zé Fernandes chamava ao Jacinto aquele nome por ser jovem e bem parecido e de ter uma enormíssima fortuna.
O Jacinto vivia no palacete dos campos Elísios no centro de Paris.
O Zé Fernandes com o Jacinto eram como irmãos desde o tempo de estudantes. Eles davam-se muito bem.
Um dia a casa  do Jacinto começou-lhe a pregar partidas e ele já estava desiludido. Um dia foi o cano da sua casa de banho que rebentou alagando-lhe a casa toda.
Jacinto tinha muitas propriedades em Portugal donde recebia grossas rendas. Uma quinta era nas serranias do Douro, o Silvério era o que arrepairava pela suas propriedades.
Ele tinha uma igrejinha do século XVI, onde tinham os ossos dos seus antepassados.
Um dia disse ao seu amigo Zé Fernandes vou partir para Tormes. Ele queria ir para lá para ir a cerimónia da transladação das ossadas e da inauguração da capela nova.
Ele foi e levava os seus dois criados que eram: o Grilo e o Anatole que envernizava bem o calçado e sabia tratar-lhe bem dos pés.
O Jacinto e os seus criados foram no comboio e passaram a primeira noite sem se deitar. 
O Príncipe contratou um cozinheiro para-lhe fazer a comida em Tormes.   
Nas suas serras  ele pos ovelhas e vacas onde pastassem para produzirem leite para fabricar queijos.
E lá ficou a viver alguns anos em Tormes muito contente.
Autora- Eça de Queiroz fez muitos livros e são quais todos intressantes.

Opinão- Eu gostei muito de ler o livro, é muito intressante.


Imagem in:cidade

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Texto livre

Antes de começar a escola fui mais a minha mãe e o meu pai ao continente comprar materiais para escola que estava quase a começar . Comprei canetas, lápis, uma régua e outros materiais. Almocei lá no continente de seguida fomos a mais sítios.
 No outro fim de semana  fui ao Algarve chopping comprar roupa para a escola. Por exemplo ténis, calças, t- shirts.
Durante uma  semana começou a escola.
Quando a escola começou, logo no primeiro dia fartei-me .
Os professores mando muitos trabalhos de casa.
Eu gostei mais das férias do que agora das aulas.
Porque nas ferias levantava-me as 10:00 horas e ia a praia, não ia a escola e agora tenho de me levantar as 7:00.
Imagem in:canetas

A dança do c

II
Um dia o cão, a cabra, a coruja
O coelho, cegonha e o caracol
repararam que os seus nomes
começavam todos por a letra c
Disseram todos ao mesmo tempo:
Que engraçado !

 O camelo, o chipamze, a cobra
o crocodilo, o cavalo, carneiro
repararam que os seus nomes
começavam por a letra c
Disseram todos ao mesmo tempo:
Que engraçado!

Veio logo um cabrito de longe
a gritar. Esperem,
 esperem aí por mim.
Imagem in:cegonha

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Acróstico

Mais vale uma mesa que uma loisa
É melhor comer na mesa que no chão
Serve para muita coisa
Anda sempre a comer na casa do patrão
Imagem in: mesa

sábado, 24 de setembro de 2011

1 de Janeiro de 2011

1 de Janeiro de 2011 -Sexta-feira
Inácio Tomás


No dia 1 de Janeiro, que foi numa sexta-feira foi o dia de Ano Novo. As famílias juntam-se para jantar.
A minha família juntou-se, os meus pais,os meus avós, o meu irmão, os meus primos e os meus tios!
Nesse dia costumamos comer camarão. Eu e a minha família jantamos camarão e a seguir comemos a sobremesa que foi: doces e fruta. Os doces foram: mosse de chocolate, tarte de natas, gelatina e pudim de ovos. A fruta foi: salada de fruta, bananas, maças, pêssegos e etc.
Eu comi mosse de chocolate e uma banana! Enquanto eu estava a comer a banana deixei cair a casca no chão e a minha avó escorregou e caiu!
Ah meia noite é quando se abre as garrafas de champanhe. O meu pai e o meu tio abriram e beberam.
Depois às 2:30 horas fomos-se deitar e no outro dia já não era dia de festa e já era dia 2 de Janeiro!







Imagem in: poroutroolhar

terça-feira, 14 de junho de 2011

Manual - pág.164 - ex:1.1 – b

1.1.
 b)
Frases exclamativas, imperativas e declarativas. As frases são todas afirmativas.
-  Porque estas frases servem para despertar a atenção das pessoas.
-  Estas duas frases têm a relação implícita, mas têm uma a ver com a outra. As frases dizem para as pessoas se mexerem (fazerem exercício físico) porque se as pessoas estiverem paradas (não praticarem exercício físico) estão a comer mais e a não gastar a energia, assim ficam com obesidade e doenças cardiovasculares.
 -  Estas palavras estão todas no mesmo sentido, indicam para as pessoas praticarem exercício físico

pág 161 ex 1.5

Eu escolho a opção encantadora.
Esta imagem representa uma mulher já velha errugada, que foi escolhida para fazer publicidade.

 
 
imagem in:velha

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Manual pág 195ex2


A personangem principal ou protagonista é Armando Pantera.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Quadras

No outro dia fui comprar flores
Nunca fui ver o mar
Um dia espero não ter tantas dores
A olhar para ti ao luar


No Verão eu vou nadar.
Com a companhia de alguém a  acompanhar.
Nas ondas do mar vou passear !
E na praia fiquei a nadar.


Vão passear no inverno
Gosto de estar de baixo das mantas
Porque faz muito frio no Inverno
E  estou a brincar com as tampas